As quadras populares aqui colocadas foram recolhidas junto do povo, de pessoas que gostam de versos e os decoram facilmente.Como não há conhecimento acerca da autoria pressuponho que são todas de cariz popular e, portanto, de autor desconhecido; se assim não for, peço desculpa aos lesados e peço que mo comuniquem.Ocasionalmente colocarei algumas de autores conhecidos, que se enquadrem neste perfil popular e rústico. E como também eu tenho (modéstia à parte) algum jeito para quadras populares, publicarei algumas feitas por mim, devidamente assinadas.
Felipa Monteverde

domingo, 11 de novembro de 2012

Das glórias que há no caminho

Das glórias que há no caminho
Não quero prazer profundo
Já tenho o teu carinho
Que é a maior glória do mundo.

(autor desconhecido)

Fui ao cinema contigo


Fui ao cinema contigo
E ficamos de mãos dadas
Do nosso amor eu sei tudo
Do filme eu não sei nada.

(autor desconhecido)

Os teus olhos são brilhantes


Os teus olhos são brilhantes
Tua alma é prateada
O teu cabelo é loiro
Como a seara doirada.

(Popular)

Não penses que outra boca


Não penses que outra boca
Satisfará teus desejos
Eu levo e trago comigo
O perfume dos teus beijos.

(Popular)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ó meu amorzinho

Ó meu amorzinho
Nem tu nem ninguém
Me tira a nódoa
Que o meu peito tem.

Popular

Quem não ama nem adora

Quem não ama nem adora
Morto está na sepultura
Só amando é que se vive
Meu amor, vou à ventura.

Popular

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Meu Manel vai pro Brasil

Meu Manel vai pro Brasil
Eu também vou no vapor
Guardada no coração
Daquele que é meu amor.

(Popular)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ó meu rico Santo António

Ó meu rico Santo António,
se me puderdes valer,
arranjai-me matrimónio
que já estou a envelhecer!

Felipa Monteverde

sábado, 12 de maio de 2012

Queria ver o meu amor

Queria ver o meu amor
Com aquele lindo jeito;
O meu desejo maior
Era fechá-lo em meu peito.

 (Popular)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

As ondas do mar são brancas

As ondas do mar são brancas
no centro são amarelas;
ai da mãe que cria um filho
para andar no meio delas...

(Popular)